Uma garota, um caderno.

Será que podemos parar?

Posted on: 21/10/2012

A musica estava alta demais, meus pés doíam, minha cabeça parecia explodir.

Sempre fui de ficar em casa, nunca gostei de festa. Como escutei há algum tempo atras, prefiro ficar em casa fazendo algo por mim do que estar em um lugar cheio e barulhento, fazendo as pessoas pensarem que sou algo que não sou.

Confesso que sou meio antiquada para essas coisas.

Sentei-me a seu lado. Você estava sóbrio e me olhou com olhos criticos.

“Você está mudando”, você disse.

“É?”, perguntei sem prestar atenção.

“Huhum. Parece que você está deixando de ser aquela menina nunca usa salto alto para aquela que usa salto o tempo todo”.

“Eu não sei andar de salto”.

“Por enquanto. Acho que preciso de amigos novos”.

Me calei. Eu não entendo porque você sempre tem que ser assim. Parece que quanto estou tentado voar mais alto, você puxa minhas asas, porque não aprova o que eu faço. Não lhe devo aprovação e isso me cansa. Toda vez que tento me afastar você volta, e eu tento esquecer tudo o que disse.

Suas palavras machucam e acho melhor não continuarmos.

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Luana Bastos, paulistana de 19 anos que ama escrever. Viciada em Internet, livros e séries, sempre dá um jeito de assistir a mais um episódio de Doctor Who, mesmo que já tenha assistido tantas vezes que já decorou as falas.

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Luana Bastos

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