Uma garota, um caderno.

Archive for novembro 2012

Domingo meio deprimente. Trilha sonora em seu estilo.

Só um aviso: Esse post contem humor negro, ironia e sarcasmo. Coisas que vocês encontram normalmente por aqui, mas achei legal ressaltar.

O top 5 dessa vez é sobre filmes de “terror” que acabaram não sendo tão assustadores assim e se tornaram comédias incrivelmente estupidas e mal feitas. (Sorry!)

1. ARRASTE-ME PARA O INFERNO.

“Arraste-me para o Inferno” conta a história de Christine Brown, uma analista de crédito. Um dia, para impressionar seu chefe, ela recusa o pedido de uma senhora para um empréstimo para pagar sua casa. A velha resolve se vingar jogando uma maldição nela.

Ok. Eu achei o filme muito bizarro. As primeiras cenas eram entediantes e depois da briga entre a velha e Christine, dentro do carro da garota, o filme perdeu totalmente o “terror” e se tornou uma comédia macabra. Detalhe para o bode que é possuido e começa a falar no final do filme. ;D

2. Halloween – O Inicio. 

O filme de 2007 é uma refilmagem do classico de 1978, mas com foco nos anos em que Mike Myers passou no hospital psiquiatrico.

O filme é pesado. Sim, ele é. Mas, ele chega a ser mais barbaro do que assustador. Algumas cenas podiam não ter sido gravadas (como a cena de estupro, por exemplo) e não tinha necessidade de ser tão exagerado. Detalhe para a cena em que Mike quebra o teto com um machado para tentar matar a irmã mais nova.

3. REC 3 – Gênesis. 

O terceiro filme da franquia REC é completamente diferente de seus antecessores. Genesis tenta explicar o que aconteceu nos dois primeiros filmes. Todos acreditam que a infecção do prédio foi contida, só que algo escapou do prédio, e é no casamento de Clara e Koldo que o virus se espalha e infecta a todos, transformando um sonho em caos.

Esse filme foi a minha maior decepção! Quem assistiu aos dois primeiros filmes de REC, ja deve estar acostumado com aquele estilo “Bruxa de Blair” e com locais escuros cheios de criaturas possuidas. Pois bem, o terceiro filme não é bem assim. O filme é exibido por uma camera de fora, com apenas algumas cenas de cinegrafistas que estão na história. A franquia devia ter parado por ai, porque este filme perdeu totalmente o pique de REC e o medo que causava. Não recomendo mesmo! Quero dizer, a menos que você queria dar algumas risadas, ai pode ficar a vontade!

4. O Ultimo Exorcismo. 

Em estilo documentário, o filme conta a história de um fazendeiro que acreditar que sua filha foi possuida. Desesperado, o homem chama o reverendo Cotton Marcus, um charlatão que “realizou” dezenas de exorcimos antes.

Achei que ia morrer de medo assistindo esse filme. Como fui idiota. A unica cena que me deixou revoltada é quando a garota mata um gatinho muito fofo! Ja repararam que em filme de terror, quem sobre é sempre o animal de estimação?

O filme é muito fraco e chega a ser um tanto comico. Assiste esse filme no cinema, a sala estava cheia. Lembro que ainda na metade do filme, varias pessoas foram emboras revoltadas e reclamando da qualidade da história. Depois que o filme acabou, esbarrei com varias pessoas que reclamavam de quanto o filme era ruim, na saída do cinema.

Não recomendo mesmo!

5. A Casa Silenciosa. 

A Casa Silenciosa foi lançado esse ano e conta a história de Sarah, seu pai John e seu tio Peter. Os três estão arrumando a casa de campo da familia há muito abandonada quando fatos estranhos começam a acontecer, deixando Sarah completamente aterrorizada.

Assisti as cegas. Não sabia a história. Não conhecia os atores. Não sabia quem eram as personagens. E seria melhor se eu continuasse sem conhecer.

O filme se passa do ponto de vista de Sarah, então só vemos o que ela esta vendo. Depois de vinte minutos apenas olhando-a chorar eu quis ir embora do cinema!

O roteiro não é ruim, mas seria melhor se não fosse do jeito que foi gravado. Chega a dar uns sustinhos, mas não é tudo isso. Uma curiosidade é que Sarah é representada por Elizabeth Olsen, irmã mais nova das gemeas Olsen.

Musicas da madrugada. Que tal dançarmos um pouquinho?

 

Hahaha. Dessa vez vou bancar a maldita/diabética.

Como a categoria está desatualizada (o blog todo está!), resolvi voltar com a categoria deixando todo mundo com água na boca com esses doces.

Quem ficou com fome ai levanta a mão!

 

Comprar online hoje em dia é um habito e tão comum quanto ir ao shopping. Não sou compradora online há muito tempo, mas desde que comprei pela primeira vez nunca tive problema. Atraso, engano, coisas desse tipo nunca aconteceram.

Como nunca tinham acontecido problemas com meus pedidos, acabei adquirindo confiança ou tolice e confiava em lojas logo de cara. Claro que prefiro lojas com pagamentos mais confiaveis como a PagSeguro e o Paypal.

Há uns dois meses atras, mais ou menos quando comecei o blog, estava començando a assistir The Big Bang Theory e estava obcecada por uma camiseta escrito “Bazinga!”. A reguiça sempre falou mais alto e ao invéz de ir até uma loja fisica, achei melhor comprar online.

Achei algumas lojas geeks que vendiam a tal camiseta, só que a maioria não tinha o modelo que eu procurava (o vermelho com “Bazinga” na fonte do Flash, se não me engano) então acabei não comprando em nenhuma delas. Encontrei milagrosamente uma loja no Google que tinha a tal camiseta, no meu tamanho e por um preço rasoavel. A Loja Geek. E para me conquistar ainda mais, eles ainda tinham alguns produtos de Doctor Who, coisa que não achei em outras lojas.

Compra feita, pagamento realizado e o prazo de 3 dias pelo Sedex. E os três dias chegaram e se foram e nenhuma mensagem sobre o pedido eu recebi. Acabei deixando um pouquinho de lado por uns dias, mas depois de um tempo acabei me irritando pela falta de informação da empresa e mandei um e-mail. Nada. Dois e-mails depois eles mudaram o status do pedido para “em busca” e os produtos constavam disponiveis quando comprei.

Fiz uma pesquisa no Twitter para ver o que se falava da loja e encontrei varias pessoas reclamando da entrega, que seus produtosainda não tinham chegado, que demorou mais de cinco meses para receber o seu pedido e etc.

Entrei em contato com o Procon na hora e recebi um e-mail de orientação e mandei outro e-mail para a loja. No dia seguinte eles me responderam informando que tiveram problemas com o pedido e que enviariam novamente. Duas semanas e nada.

Depois de outro e-mail eles finalmente informaram que o pedido estava a caminho e ele só chegou ontem, dois meses depois que foi realizado.

Resumindo, depois dessa lição fica a dica tomar cuidado com a loja em que compraremos. É bom dar uma pesquisada antes para ver se a loja tem um histórico bom e se realmente cumprem tudo aquilo que prometem.

Oi meus amores!Tudo bem com vocês? Desculpe ter deixado o blog ao relento, mas semana retrasada tive que estudar para o ENEM e essa semana me vi presa com “O Trono de Fogo”, motivo deste post.

O segundo livro das Crônicas de Kane, de Rick Riordian conta a história de Carter e Sadie Kane após os acontecimentos da Piramide Vermelha.

Os irmãos magos se vêem com uma ameaça e um prazo impossível: Ápofis, deus do Caos irá se libertar de sua prisão no Duat e para impedi-lo, os irmãos tem que trazer de volta o senhor dos deuses, Rá.

Com um prazo de apenas três dias para o fim do mundo, os irmãos tem que percorrer o mundo em busca das três partes do livro de Rá que é a unica maneira de trazê-lo de volta.

Quem já leu o primeiro livro  deve estar familiarizado com a narração rápida e contagiante da história, além de seus picos de humor e tensão tudo com um grande sarcasmo.

Um dos motivos de ter me apaixonado pela história dos Kane é que a base da história é o Egito Antigo, com seus deuses, lendas e magia. Assim como fez com a saga Percy Jackson, Rick tem esse talento de despertar meu interesse para história em geral.

Uma das melhores partes do livro são os comentários de Carter e Sadie sobre outras coisas acontecerem em Manhattam, como cavalos alados e outros deuses. Crossover, já!

“O Trono de Fogo” é o segundo livro da triologia “As Crônicas de Kane” que tem seu final com “A Sombra da Serpente” que ja está a venda no país. PS: Necessito!


Luana Bastos, paulistana de 19 anos que ama escrever. Viciada em Internet, livros e séries, sempre dá um jeito de assistir a mais um episódio de Doctor Who, mesmo que já tenha assistido tantas vezes que já decorou as falas.

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Luana Bastos

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